Eterno Leão das savanas da liberdade, da igualdade e da fraternidade

Do Velho Gagá:
Mestre Mandela, nos perdoe por não reconhecermos seu valor diante da existência humana, via nossa presidente da República Federativa do Brasil, ao não declarar luto oficial como determina a diplomacia ao homenagear os dignos. Estamos, por meio deles e com nossa passividade diante dos “eleitos “, criando nosso próprio e vergonhoso apartheid das bananas:
1) a Constituição Federal exige tratamento de igualdade a todos, seja por credo, cor da pele, raça, orientação sexual, política ou das ideias.
2) Mas nosso apartheid das bananas, via governo federal, de propriedade do PT, incentiva cotas para negros, como se a cor da pele fizesse alguém melhor ou pior, mais sábio ou estúpido.
3) Essa vergonha de nosso apartheid se estende ao critério: “pobre”.
4) Mantemos, por meio de nossos representantes eleitos (a maioria deles) o segmento de apartação secular no que diz respeito às execuções penais; via de regra, cadeia é para pretos, pobres e prostitutas; se for 3 em 1 melhor ainda para eles.
Madiba! Eu sou honrado em ter vivido em sua época, ver e ler sua luta. Você, Nelson Madiba, entupiu a boca das metralhadoras, com sorrisos e atitudes com palavras de paz!!
Aprendo contigo agora, orando… ouvindo o rugir do Leão da Mãe Africa com o seu timbre pacificador, o timbre “Nelson Mandela”.
Senhor Ex-Presidente da África do Sul, veja aí dos Céus, que quem governa a minha Pátria não honra a tua memória como deve. Mas as bandeiras dos corações dos brasileiros e brasileiras estão sim a meio mastro… em luto.
Eu sou preto, sou branco, sou árabe e mongol, chinês, coreano, indiano, pobre, filho de uma Nação que se tenta prostituir dia-a-dia… Sou brasileiro das savanas que te abrigraram… para nos ensinar a verdadeira arte da guerra: compreensão e sorriso.
Deus, Clemente, Misericordiador, já te acolheu nas sombras frutíferas das árvores da Genna.