Transitou em julgado, ou seja, não há mais possibilidade de recurso no caso Pupin. Esta última movimentação
mereceu a seguinte postagem do secretário Milton Ravagnani, com o título de último prego: “Saiu a publicação do decurso de prazo para apresentação de recursos naquele processo do TSE em que se tentava solapar o mandato de Roberto Pupin no TSE. Com a publicação, transitou em julgado a decisão da corte, contra o desejo de alguns afogados que se abraçaram aos jacarés ao longo de 2013.”
Meu comentário (Akino): Caro Milton, eu teria vergonha, na sua condição, de tocar neste assunto. Você sabe o que aconteceu e como operador do direito, pelas suas raízes, deveria se sentir mal, sabendo em que circunstâncias o mandato de Pupin foi mantido. O título da sua postagem (“O último prego”) pode ter outro significado, o de fechamento do caixão da esperança e confiança na justiça eleitoral, da moralidade do pleito. Não posso acreditar que seja ingênuo a ponto de acreditar no que escrevia, e que não saiba o que o que aconteceu. Por que Dias Tóffoli se considerou suspeito para julgar? E a visita de Castro Meira? Como o voto da ministra Laurita Vaz foi antecipado por Pupin? Quanto custou manter o mandado indevido, irregular e maculado de Pupin? Entre abraçar certas figuras e os jacarés…
PS: Este texto é de minha inteira responsabilidade, por favor não queira ofender o Rigon para se defender.
Akino Maringá, colaborador