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Ter inveja ou invejar?

Algumas pessoas insistem em dizer que nossas críticas ao jeito Barros/ Pupin de administrar e fazer política é por inveja e ódio.Se há um sentimento ruim, vício ou pecado, como quer se queira definir, inveja não sinto que ninguém. Estou combatendo a vaidade e orgulho, que ainda resistem, às vezes, no rol dos defeitos que tento extirpar. Inveja não, sobretudo inveja de políticos como os Barrros e Pupin, por exemplo. Não tenho inveja do poder, da riqueza, o rol de ‘amigos’, de nada deles e de ninguém. Talvez possa dizer que invejo, no sentido de admiração, dentre os políticos de Maringá, o trabalho de Humberto Henrique, por exemplo (talvez haja outros). Admiro a capacidade de trabalho, a honestidade, ética. Acredito que poderia fazer o mesmo na política, mas não tenho coragem de entrar neste meio tão complicado como a política partidária. Invejo quem consegue estar dentro sem se sujar. Outro sentimento que não cultivo contra ninguém é o de ódio. Não odeio os Barros/Pupin. Como ser humano tenho pena, e temo pelo futuro deles, e de outros tantos políticos, quando tiverem que prestar contas a Deus, como disse Silvio II, mas ódio não.
PS: Este texto é de Akino Maringá, que existe, caro Paulo Vergueiro, a quem responderei em outra postagem. Falo por mim, não pelo Rigon, que me cede espaço e posta minhas opiniões.
Akino Maringá, colaborador

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