Sentado à beira do caminho
Este é o título de uma música que marcou minha juventude. Composta por Roberto e Erasmo Carlos, foi inicialmente gravada por este, se não estou enganado em 1968. Bons tempos, saudades dos meus 17 anos. Lembro do refrão: “Preciso acabar logo com isso. Preciso lembrar que eu existo, que eu existo, que eu existo..”
Um abraço a todos que pensam que eu não existo, especialmente ao Paulo Vergueiro, se é que é professor mesmo. Não ficarei sentado à beira do caminho, com olhar perdido. Em 2014 trabalharei muito para para que esta cidade seja mais justa. Amassarei muito barro, andarei. Serei um verdadeiro gari (homenagem ao Luizinho), buscando limpar a sujeira da política. Confio em Humberto Henrique, que não é da Silva, mas do povo.
Ouçam acima, com Rio Negro e Solimões, lembrando do gosto barreto da água da Sanepar nos últimos dias.
Akino Maringá, colaborador
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