Amor é um sentimento de carinho e demonstrações de afeto que se desenvolve entre seres que possuem a capacidade de o demonstrar. O amor motiva a necessidade de proteção e pode se manifestar de diferentes formas: amor materno ou paterno, amor entre irmãos (fraterno), amor físico, amor platônico, amor à vida, amor pela Natureza, amor pelos animais, amor altruísta, amor-próprio, etc. O amor físico ou Eros representa o amor entre casais, sentimento que envolve uma forte ligação afetiva e, em geral, uma ligação de natureza sexual. É normalmente simbolizado através do desenho de um coração e o cupido é a figura mitológica que personifica o amor.O amor provoca entusiasmo por algo e interesse em fazer o bem, por exemplo, amor à natureza ou amor aos animais. O amor a Deus demonstra uma ligação de caráter religioso, um sentimento de devoção e adoração. O amor de Deus é conhecido como amor Ágape, que é incondicional, único e impossível de ser descrito com exatidão. O amor a Deus é um mandamento em muitas religiões, não só as cristãs. (fonte: site significados.com.br)
Meu comentário (Akino): Como destaquei na postagem na volta das férias, decidi tentar, através do amor, tocar o coração da administração Barros/Pupin, sem deixar a crírtica construtiva, com fiz na postagem de hoje, com certa dose de ironia. No entanto alguns homofóbicos, provavelmente, que não são capazes de pronunciar a expressão ‘eu amo’, levam tudo para o amor físico, ou Eros, a acham que dizer que quando um homem diz que ama outro, está se referindo a sexo, como um anônimo que se identificou como ‘todeolho’ que fez esta perola de comentário: ‘Esse ghost agora deu de amar homem de tudo que é jeito.Amo o Ricardo, amo o Pupim, amo o Silvio, amo o Rigon…Preconceitos à parte, esse lance de AMO na boca de um homem fica meio esquisito. Sim, tomo o ghost por homem, independente de suas preferências sexuais. Elas não interessam no contexto. Interessa é conhecer, aplaudir ou combater as ideias desse fantasma de carne e osso. Claro que o AMO dele tem um quê de ironia, mas vai que toma gosto e passa a amar mais do que deve. E quem não deve. Ou deve, vá lá. Cada um ama o que quer, quem quer e como quer.’ (sic) e completou com essa piadinha peçonhenta: “É como aqueles menininhos que foram pilhados por um guarda fazendo troca-troca em plena rua. O guarda os repreendeu:- Que pouca vergonha é essa aí, meninos?O que estava de quatro retrucou ao guarda:- O tu é teu?- Não – respondeu o guarda.- Então tuntinua, Toninho…Portanto, tu decides, ghost… (sic)
Continuo eu (Akino): agora, caro ghost todeolho, amo você também, baseado no princípio cristão de amar ao próximo com si mesmo, mas não espere algo que possa satisfazer os desejos inconfessáveis e íntimos, que revelou, inconscientemente, no seu comentário. Sou hétero, e fiel à minha parceira, mas não tenho preconceitos contra pessoas como você. Não se reprima mais, meu caro.
Akino Maringá, colaborador