O mundo gira e a Lusitana roda
Ainda a propósito das mudanças na avenida Brasil: em 2012, no dia em que a empreiteira contratada para mexer na via começaria a obra, em ano eleitoral, e nos 100 dias que ganhou para ficar em evidência para a campanha, Carlos Roberto Pupin cancelou tudo. O projeto não era esse, que a cada dia ganha uma surpresa; ele não previa o binário e o dinheiro era a fundo perdido (Caixa Econômica) e estava até depositado. Pupin comentou com os mais próximos que “Maringá não está preparada para mexer na Brasil”. Agora, parece que está?
Detalhe: não foi Pupin quem cancelou. Foi o chefe Ricardo Barros. Que continua mandando e desmandando em quase tudo e em quase todos na cidade.
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