Primeiro o dinheiro, depois o problema
Tudo indica que não há projeto nenhum de revitalização da avenida Brasil, apenas o cumprimento sem embasamento técnico à determinação de Ricardo Barros de colocar o fluxo de carros em direção a um empreendimento imobiliário, do qual é sócio, na região do antigo Aeroporto Gastão Vidigal. O tal “traçado a caneta” lembra uma outra aventura que tem RB por trás: os milhões do Ministério das Cidades para desfavelizar o que não era favela. Repete-se a tática: havia um dinheiro disponível para favela e era preciso arranjar uma favela, coisa que Maringá não tinha. Arranjou-se, montou-se às pressas um processo fraudulento (com o uso de fotos que não eram do Conjunto Santa Felicidade), prevaleceu a vontade do dono da cidade, garantiram-se os milhões de reais do PAC Santa Felicidade. À época, inclusive no papel, com apoio da Acim e da OAB, entre outras entidades. Hoje a Acim sente na pele.
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