Para que serve a Serei?

A resposta é: Para transferir recursos públicos para alguns escolhidos por Ricardo Barros. Serei é a Secretaria de Relações Interinstitucionais, cujas atribuições, no papel são: • promover a integração e a participação das entidades públicas, privadas e a sociedade civil organizada, nas relações com o poder público; • a execução da política organizacional de relações com órgãos locais dos Governos Estadual e Federal, visando a implementação de projetos para obtenção de recursos; • a montagem dos processos necessários ao encaminhamento dos projetos elaborados pelos diversos órgãos do Município junto aos órgãos locais dos Governos Estadual e Federal; • a promoção de todos os trâmites dos processos para a obtenção dos respectivos convênios e/ou contratos; • o acompanhamento da execução dos projetos que forem firmados; • o assessoramento da elaboração da prestação de contas relativas aos convênios sob sua supervisão; • a manutenção do cadastro atualizado de todos os projetos de interesse do Município protocolados em órgãos públicos; • a identificação de oportunidades de cooperação técnica, institucional ou parceria com organizações públicas e privadas; • o desenvolvimento de projetos para captação de recursos nacionais e internacionais; • representação perante todos os Conselhos Municipais; • a execução de outras atribuições afins.
Analisando chegamos à conclusão que dentro dessas atribuições, Valdir Pignata que é o secretário, e outros comissionados consumirão R$ 435.805,00 dos recursos de nossos impostos, para não fazerem absolutamente nada. Eis os outros nomes de comissionados, deste monstro devedor de recursos públicos, criado pelo chefão: Andreisson Camargo dos Santos, assessor IV; Beatriz Morote Galves, assessor II; Fernando Henrique Capocci, assessor III; e João Eduardo de Mayo, diretor geral.
É um absurdo, que o Guerlles recusou a continuar, e na época da sua saída, até jornalista, bem ligados ao grupo Barros/Pupin, criticaram essa secretaria, que, ao lado de algumas outras, não tem utilidade alguma.
Akino Maringá, colaborador