… que há excesso de CCs na administração Barros/Pupin. Pelo menos é conclusão que chego lendo a seguinte postagem em seu blog: “CCs: Maldita comparação entre o estado de SP e Maringá. O IBGE divulgou nesta quinta-feira, 13, números errados sobre o funcionalismo de São Paulo, causando protestos do governo Geraldo Alckmin (PSDB). A informação equivocada tornada pública pela manhã apontava um aumento de 90% no total de cargos comissionados (sem concurso público) na gestão tucana entre 2012 e 2013. Depois dos protestos, o dado foi corrigido à noite: o crescimento total dos comissionados em São Paulo, na verdade, foi de 4%. A confusão ocorreu porque o governo de São Paulo mudou o número de referência de 2012 – são os governos estaduais que dão todas as informações para o IBGE. Na mesma pesquisa divulgada no ano passado, o governo paulista informou que havia 7.747 cargos comissionados em todo o governo em 2012….. Por sua vez, a Secretaria de Gestão Pública paulista divulgou que o total de comissionados, somando administração direta (secretarias) e indireta (fundações, autarquias e empresas públicas), passou de 13.805 em 2012 para 14.421 em 2013. Ou seja, um aumento de 4,4%. Fonte: Luciana Nunes Leal – O Estado de S. Paulo. Opinião do blog: Maldita e cruel comparação!. Segundo Wikipedia a população do estado de São Paulo é de aproximadamente 43.000.000 de habitantes e tem 14.421 cargos comissionados os tais CCs. Isto posto vamos as contas: 14.421/43.000.000 = 0,0003353 CCs por habitante. Numa rápida proporcionalidade com nossa Maringá: 0,0003353*390.000 (hab. em Maringá)= 131 CCs. Repito: 131 CCs. (sic)
Meu comentário (Akino): Meu caro Vergueiro, esperava ansiosamente sua manifestação sobre nossas postagens da semana passada, atendendo desafio do nosso amigo Franklin Silva. Ninguém melhor do que você, que já esteve lá, para dizer que há excesso e cargos desnecessários. Cento e trinta e um é um bom número, mas tenho convicção de que daria para baixar para 50, sem qualquer prejuízo para os serviços, pelo contrário. Estimo em R$ 15 milhões anuais a economia que pode ser feita, cortando cargos e extinguindo secretarias desnecessárias. Gostaria que aprofundasse (no bom sentindo, como diria o Fuji), sua análise sobre o assunto. Hoje são quase 400 CCs e o número certo não se sabe, porque resolveram fazer uma maquiagem na publicação, misturando entre os mais de 10.000 nomes de servidores efetivos e comissionas, os comissionados que são servidores de carreira. Não tive tempo de apurar.
Akino Maringá, colaborador