Pupin decide e manda, ou não?

Analisemos as declarações de Pupin, segundo coluna de O Diário edição de hoje, sobre a compra do carrão: “Veículo – Sobre o veículo novo que a prefeitura está comprando, Pupin disse que não pediu para que comprassem carro algum. Mentira -“Falam que mandei comprar a camionete pra mim, não é verdade” – disse. Raro – “Se quiserem podem até cancelar a licitação, pois eu raramente uso carro da prefeitura, basta perguntar para os motoristas.” Meus – “Ando com os meus carros particulares, pois graças a Deus pude comprá-los”, falou. Sete – Esta camionete, com sete lugares, que o Gabinete está comprando, é para, por exemplo, “buscar no aeroporto empresários que vêm investir em Maringá”, explicou. (sic)
Meu comentário (Akino): Pelo texto, disse que não mandou, nem pediu. Então quem mandou? Ricardo Barros? Algum secretário? Teria dito Pupin, ainda: ‘se quiserem, podem cancelar’. Como assim? Quem é o prefeito, não é ele? Desculpe Pupin, desculpe dona Luíza, mas nestas falas há confissão e confirmação de que Pupin não manda. Esperamos que tenha sido um engano, um modo de falar.
PS: Para buscar empresários no aeroporto? Quantos vêm à Maringá mensalmente? Esses empresários, tenho absoluta certeza, não deixarão de investir em Maringá se andarem num carro mais simples e até de táxi. Lembre-se que o Papa andou de um carro simples, e nem por isso falou mal do Brasil, pelo contrário. Este argumento é furado Pense em outro.
PS II – Então Manzato mentiu, ao dizer que era para dar mais agilidade nos despachos com os secretários? O que acha, Paulo Vergueiro? Gostaria de saber sua opinião sincera, imparcial, corajosa, sobre o assunto.
Akino Maringá, colaborador