Não sou jornalista. Minha formação é na área de administração e técnico em contabilidade, chamado de comércio nos anos 70. Trabalho na área administrativa há 41 anos, 23 dos quais numa grande empresa multinacional (17 em cargos de chefia) e há 9 numa pequena empresa familiar, na área de prestação de serviços, da qual sou sócio gerente. Sou estudioso do direito, principalmente o eleitoral, mas autodidata. Gosto de política, fui filiado ao PSDB de 95 a 97, votei em Fernando Henrique Cardoso nas duas eleições que ganhou de Lula; em 2002, em Lula, acreditando que seria o PT seria a redenção contra a corrupção que àquela altura grassava, tendo levado, inclusive, à saída dos irmãos Osmar e Álvaro do PSDB. Após o mensalão relutei, e no primeiro turno de 2006 votei em Alckmin, que acreditava ser discípulo de Mário Covas, para mim, na época um político acima de qualquer suspeita. No segundo turno votei em Lula. Em 2010, votei em Dilma, achando que ela seria melhor que Lula.
Em Maringá, só não votei em Jairo Gianoto, em 96, porque não era eleitor daqui. Em 2000, estava propenso a votar, enganado pela imprensa (O Diário, Pinga Fogo e outros), que mostravam maravilhas da administração. Quando estourou o escândalo, me senti um otário e jurei não mais me deixar enganar e, mais que isso, fiscalizar o Executivo e Legislativo. Votei em Zé Cláudio, que acredito que não tivesse morrido teria mudado a cara da política na cidade. Encontrei no blog do Rigon o espaço que precisa para exercer a cidadania. Talvez, como diz do ditado que cachorro mordido de cobra tem medo de linguiça, desconfio de tudo que parte de Ricardo Barros, que é o dono da política em Maringá. Acho que é mais perigoso que Jairo Gianoto. Só não perdi totalmente as esperanças no PT local, porque ainda acredito em Humberto e Mariucci. Por que não disputo cargos? Não vejo nenhum partido, modéstia à parte, à minha altura, em matéria de honestidade. Para 2014 sou um eleitor indeciso. Pelos candidatos postos, para o Executivo, até agora, entre anular o voto ou votar em branco, o que é um erro,mas, sinceramente não estou vendo saída.
Quanto ao meu perfil físico sou magro (1m70 de altura e peso de 67 quilos), mas não sou o Edivaldo, a quem não quero prejudicar com essas desconfianças. Também não sou o Rigon, existo. E para encerrar só quero fazer um pedido aos políticos de bem, se é que existem, como diria Paulo Vergueiro, lutem para acabar com a Serei, que é uma das maiores vergonhas para quem tem um pouco. Desvio de dinheiro na cara dura.
PS: Não tenho compromisso com malfeitos, como diria Dilma.
Akino Maringá, colaborador