Recebi e-mail do presidente Ulisses Maia informando que a situação da SBMG será discutida entre os vereadores na reunião da próxima segunda-feira. Sugiro que a discussão não fique restrita a quem será o vereador a ser indicado para ser o ‘novo acionista’ da SBMG, no lugar de Luciano Brito. Mariucci, Humberto Henrique, por exemplo, aceitam desembolsar os R$ 380,00, para comprar as ações, mas é bem provável que Ricardo Barros não aceite.
Reitero, que muitas informações estão faltando, por exemplo: Onde estão os balanços que o superintendente disse que enviou a Câmara? Os de 2008 e 2009, não foram publicados. Pediria aos vereadores que solicitassem balancetes de janeiro até julho, para verificar se a SBMG é superavitária mesmo. Por que todos os dados contábeis não são publicados? Por que não transformar em empresa pública? Ou abrir o capital para mais acionistas? Quem são os integrantes do Conselho Fiscal? Como são escolhidos?
Akino Maringá, colaborador