R$ 4,5 milhões pelo projeto?

Li na edição de ontem, de O Diário, editoral assinado pelo presidente do Grupo, Franklin Silva, tratando da promessa de três deputados federais de apresentarem emendas para o orçamento da União, de 2015, para cobrir o custo de projeto arquitetônico para a construção de um centro de eventos, em Maringá, orçado em R$ 40 milhões.
Sou leigo, mas me pareceu elevado o valor do projeto de quase mais de 10% do custo da obra, que também não sei se é o correto, mas desconfio que como todas obras em que há interesse de políticos, por exemplo, pode estar superfaturada. Gostaria de saber a opinião de profissionais da área, sobretudo arquitetos e engenheiros.

Destaco o interesse do Franklin, em certos assuntos, como a reabertura do Horto Florestal e a agora a construção do centro de convenções, mas gostaria de ver editorais sobre o excesso de comissionados, secretarias desnecessárias, como a Serei, Sesan, Seac e que levam a desperdício de cerca de R$ 20 milhões anuais. Para mim, um escândalo comparável aos desvios na Petrobras, guardadas as devidas proporções.
PS: Falando em projeto caro, e aquele do terminal multimodal, a um custo de R$ 2,6 milhões, anunciado pelo secretário Laércio Barbão? Como ficou? Foi pago? Como anda o caso? E o secretário, está firme no cargo?
Akino Maringá, colaborador