Ao prefeito Pupin e dona Luíza:

Leitor faz interessante questionamento. Respondam, honestamente: Para trabalhar em suas fazendas, usam os mesmos critérios da nomeação de CCs? Ou seja, aceitariam pagar funcionários sem ter o que fazer, em desvio de função? Permitem ociosidade, gente só  para ‘puxar o saco do patrão’? E completa o desabafo que é de todos os maringaenses sérios: ‘Olha, esse maldito modelo de partilha (com o dinheiro dos nossos suados impostos) para consolidar governabilidade, adotado em todas as esferas públicas, é a causa da falência do atual sistema político, bem como, a situação crítica a qual se encontra a economia do Brasil. Ninguém se torna diretor ou secretário sem ser nomeado. Ninguém é nomeado sem ter alguém que o nomeie. A culpa é de quem: dos nomeados? Na real, isso é brincar com a cara dos trouxas contribuintes. E nós trouxas, ficamos aqui sentados dando milho aos pombos’.
Meu comentário (Akino): Dona Luíza, pense um pouco nos pobres. É criminoso o que seu marido está fazendo com o dinheiro que poderia beneficiá-los. Obedecer cegamente Ricardo Barros pode custar muito caro, senão nesta, na outra vida. São pecados tão graves que nem confessando com o Papa serão perdoados. Nem aceitando Jesus, agora, resolve.
Akino Maringá, colaborador