Uma pena que a Comissão Especial de Preservação do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural tenha se prestado ao que, tudo indica, é um capricho pessoal, resultado de uma discussão sobre o aluguel do salão para o casamento da filha do prefeito. Foi depois desse desentendimento sobre valores do aluguel que alguém teve a brilhante ideia de tombar o clube. Pupin era vice-prefeito quando, em 2010, derrubaram a estação rodoviária, que, além do aspecto histórico, tinha valor arquitetônico. Não levantou uma palha. Agora, por conta de uma rixa pessoal, fez em tempo recorde um processo de tombamento. Maringá (suspiro!) já teve dias melhores.