PPP do lixo: A reação de dois experientes jornalistas
Tomamos como missão, sobretudo após a deflagração da campanha da Acim, Reage Brasil, não a corrupção, tentar mexer com os brios de maringaenses, para que não fiquem alheios a uma tentativa de abertura explícita para a corrupção, nas nossas barbas, que é a contratação de um PPP para coleta de destinação do lixo, nos moldes propostos por Ricardo Barros e seu fiel assessor Leopoldo Fiewski, por sinal pago com dinheiro do contribuinte, para cuidar dos interesses do capo dentro da administração.
Acredito que estamos conseguindo, a julgar pelos comentário do Messias Mendes, que reproduzo: ‘O sucateamento proposital da frota de caminhões coletores, a maneira como são tratados os garis, que nem equipamentos adequados para o trabalho de coleta recebem, são indícios claros dos interesses escusos que se escondem por trás de um projeto público privado como esse. Lembrando que a PPP do lixo já foi defenestrado pela sociedade local, mas a administração Barros-Pupin insiste em mantê-la na pauta. Como diria em destacado personagem do Planeta dos Homens, aquele programa humorístico que o Jô Soares comandava na Globo: “Não precisa explicar, eu só queria entenderrrrr!!!”. E de Montezuma Cruz: ‘Macaco Sócrates perguntava assim mesmo. Bem lembrado, Messias. Quanto aos meandros da limpeza pública, Deus nos livre! parece repetição, e nociva, em diferentes cidades.’
Meu comentário (Akino): Obrigado Messias, obrigado Montezuma, esperamos que o presidente Marco Tadeu e seus pares da Acim pensem como o Observatório Social e nós, que achamos que há fortes indícios de maracutaia neste negócio (falo por mim), e que vereadores já teriam sido acertados, inclusive Luizinho Gari que inexplicavelmente não assina a CPI que poderia colocar em lixeiras limpas, digo em pratos limpos, tudo.
Akino Maringá, colaborador
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