Nas eleições municipais…

… os nomes são, muitas vezes, mais importantes que os partidos.
Esta reflexão me ocorreu, a propósito de um questionando que fiz ao Aparecido José, sobre a qual partido ele está filiado. Não importa muito, pois o que vale é o caráter da pessoa.
Mesmo sendo filiado ao partido do condomínio do capo, ele pode ser um vereador independente e bom. O mesmo ocorre em relação ao cargo de prefeito. Há um nome muito bom, certamente um dos melhores, o de Humberto Henrique, que por ser do PT tem uma rejeição muito grande.
Penso diferente, acho que neste caso Humberto é maior que o partido, embora, no seu lugar tivesse mudado (ainda dá tempo). Ulisses é outro bom nome, mas que tem a desconfiança pelas ligações passadas com o grupo dominante. Penso que merece uma chance. Sargento Fahur é uma incógnia. Edmar Arruda idem? Mas a certeza absoluta é que o pior nome para futuro prefeito de Maringá será o que for indicado diretamente por Ricardo Barros para assumir o cargo e assinar o que ele mandar. Silvio II, por exemplo, é um péssimo nome, que como diriam os mas religiosos, ‘se Deus quiser”, nem será candidato.
Akino Maringá, colaborador