Secretários corruptos ou operadores?

Um amigo comentou que secretários de uma determinada cidade, a maior da Amusep, receberiam propina em dinheiro vivo.
Obviamente que ele não pode dizer quem e quantos, mas tem uma dúvida se os pixulecos, ou acarajés, como se diria na Lava Jato, ficariam com o secretário ou ele seria só um intermediário, recebedor, operador, de um esquema cujo chefão, ou outros superiores hierárquicos não podem aparecer.
Há quem garanta que até gente acima de qualquer suspeita (não necessariamente secretário), que dizem não precisa por ser rico, receberia grana viva. O esquema é grande, não deixa nada a desejar, proporcionalmente aos que temos notícias na Petrobras e na Publicano, e gente que diz que não votaria de jeito nenhum no PT garante que vota nessa gente.
Akino Maringá, colaborador
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