Acordo praticamente fechado

A administração municipal acabou concordando e fará o mínimo: repor a inflação de 11,08% de forma parcelada ao funcionalismo público. É uma vergonha para quem bate no peito e diz que é o município campeão disso e daquilo (o que estará por trás disso, meu Deus?), mas o mínimo foi o máximo – coisa para não se esquecer.
Agora à noite uma assembleia autorizou a comissão de negociação a assinar o acordo.

Amanhã à noite haverá discussão com os vereadores sobre o que acontecerá caso haja queda na arrecadação e como será a reposição dos dias parados. O acordo deve incluir o pagamento do retroativo se a prefeitura atingir a meta de arrecadação até novembro.
Uma sessão extraordinária da câmara municipal deve acontecer no domingo, às 9h, para selar o acordo (reposição de 4% e os outros 7,08% parcelados em cinco vezes). Antes, às 8h30, os servidores participam de assembleia que votará o fim da greve.
O prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) não participou das negociações, pois está viajando. (Atualizado)

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Pioneiro em blog político, foi repórter e apresentador de programas de rádio e televisão, além de ter editado jornais e revistas. É comentarista da Jovem Pan Maringá.