Assessor não se interessou…

… pelo aluguel aparentemente fora do mercado da sede do EstaR, mas reclama de multas. Referimo-nos a Ambrósio Brambilla, que fez o seguinte comentário, em resumo: ‘Não sei do contrato e porque o mesmo foi firmado com valor acima do combinado anteriormente. (…) Maringá é realmente uma indústria da multa, sentimos na pele este mês quando meu filho após entrar no carro e sem se quer ter andado com o veículo levou 2 multas do pessoal do Setrans, por falta do uso do cinto de segurança. (…) Penso que administrar uma prefeitura como se administra uma empresa particular não seria de bom senso a nós cidadãos, pois a cidade é nossa e não do prefeito, porém, claro, temos que seguir as leis, porém, claro, o trânsito e os pardais, junto com o Estar e o Setrans, nos deixa refém de cada vez mais pagar, pagar e pagar”.
Meu comentário (Akino): Penso o contrário, caro Ambrósio.

A Prefeitura deve ser administrada como uma empresa, uma S/A, no caso de Maringá, com cerca de 400.000 acionistas. Prefeito, secretários e todos os servidores devem tratar os recursos arrecadados com se fossem receitas de uma empresa, visando o melhor resultado para os acionistas. Assim, aluguéis como os casos da Setrans jamais seriam pagos numa empresa séria, pois as sedes estavam em prédios próprios, com plenas condições de uso. Mas se tivesse que contratar negociaria o melhor preço, dentro da realidade de mercado, e isto parece não acontecer. Você não acha ruim que o seu dinheiro seja aparentemente desperdiçado? Eu me sinto lesado.
Akino Maringá, colaborador