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CCs fantasmas

Duas denúncias de CCs fantasmas me chamaram a atenção. A do filho do deputado Waldir Maranhão no TCE-MA é um escândalo, mas não deve ser caso isolado. Outra foi a da carta, pela qual o vereador Luizinho Gari está sendo processado, por ameaças ao vereador Mário Verri.
Pelo que li no blog do Lauro Barbosa, a carta ameaça denunciar que a ex-esposa de Gari teria sido funcionária fantasma do gabinete do deputado federal Enio Verri, ou seja, recebia sem trabalhar, pois teria testemunhos no período exercia as funções de manicure e haveria testemunhas disso.

Meu comentário: CCs fantasmas existem aos milhares. Há fantasmas nas prefeituras que até comparecem ao trabalho, mas não têm o que fazer. Nos gabinetes de deputados estaduais e federais e até senadores é uma praga. Isto precisaria acabar. Este caso de Gari deveria ser investigado, independentemente dele ter desmentido em plenário, dizendo que a assessora cuidava da agenda do deputado. Conta outra, vereador. Seja macho, confirme o que disse. Fala a verdade. Outro caso grave é de assessores que devolvem parte do que ganham a vereadores, deputados e outros. Há assessores que fazem a parte assistencialista do vereador com dinheiro parte do dinheiro do salários. Exemplo: O chefe de gabinete do vereador ganha R$ 7.000,00, mas o combinado é ficar com R$ 1.500,00. O restante ele compra óculos, paga cerveja, pinga, ou seja faz campanha os quatro anos, para o vereador se reeleger. Dizem que é assim, em muitos casos, mas não sou assessor… Um amigo nosso poderia confirmar, mas não vamos coloca-lo em situação difícil, mais ainda…
Akino Maringá, colaborador

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