Caso Elotech em Vilhena: fraude, aditivos e propina

A Elotech, de Maringá, tem “hegemonia” na Prefeitura de Vilhena (RO), de onde saiu o mandado de prisão de Rudney Ricardo Rizziolli.
A “hegemonia” ao que consta tem o mesmo perfil da que a empresa tem há anos na Prefeitura de Maringá, onde é comum a dispensa de licitação para contratação de seus serviços, com vários contratos recheados de ativos. O fato, porém, nunca foi apurado pelo Ministério Público Estadual.

Num dos casos levantados em Rondônia, a Elotech recebeu R$ 120 mil sem ter vencido licitação nem realizado nenhum serviço. Foi detectado ainda o pagamento de R$ 205 mil em propina para servidores municipais, em investigação realizada em 2015 pela PF e MPF.
De acordo com o site Rondônia Agora, da autarquia Saae a Elotech recebia R$ 112 mil anuais através de aditivos. A suspeita é de que a licitação também foi fraudada.