Privataria na Saúde

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Sete secretarias compõem o Ministério da Saúde. A principal e maior é a de Atenção à Saúde, que cuida das verbas da assistência, explica Conceição Lemes no site Viomundo. A SAS é responsável por aprovar e pagar todo o recurso federal que vai para estados e municípios custearem a rede assistencial do Sistema Único de Saúde (SUS). Financia, assim, parte de todos os serviços de saúde.
Pois a SAS acaba de ser entregue a Francisco de Assis Figueiredo, indicação do PP de Minas Gerais, com o aval do PSDB de lá. Ou seja, do partido do ministro interino da Saúde, Ricardo Barros, licenciado da Câmara dos Deputados e do cargo de tesoureiro do PP.

“Não bastasse o ministro não ser da área de saúde [é engenheiro], agora o segundo cargo mais importante do Ministério da Saúde também não é. É alguém, cujas qualificações técnicas e administrativas estão longe do adequado, considerando as inúmeras responsabilidades da Secretaria de Atenção à Saúde. Causa estranheza o desnivelamento de seu currículo em relação ao que se exige para dirigir a SAS”, comenta Lígia Bahia, professora adjunta do Departamento de Saúde Coletiva da Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Leia mais.