Aqui, nem pensar

Quando assumiu como ministro interino da Saúde, Ricardo Barros (PP) disse que faria tudo que o chefe (Michel Temer) mandasse, assumindo a subserviência.
Hoje, ao demitir 73 cargos de confiança no ministério, ele nada fez do que obedecer ao chefe, que não quer resquícios petistas na máquina estatal.
Os que saem reclamam que o Ministério da Saúde está sendo desmontado para que a política de saúde deixe de ser pública.
Até agora RB já exonerou 315 cargos comissionados – bem menos que os 351 cargos de confiança que o grupo político que comanda empregou em junho passado somente na Prefeitura de Maringá, distribuído aos cabos eleitorais dos partidos aliados na campanha de 2012. Só que, aqui, ninguém mexe.
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