O fim da barrosdependência

Balões

Há quem diga que uma eventual derrota na eleição para prefeito de Maringá não será tão ruim para Ricardo Barros.
Criou-se nos últimos anos uma tão grande dependência dele, que será quase impossível acomodar todos, além dos atuais mais de 400 Ccs e pessoas ligadas a vereadores não reeleitos, e os inúmeros candidatos que foram lançados para fazerem votos para legendas e eleição de alguns previamente escolhidos.

Eles já não estariam aguentando mais tanta pressão. Uma saída, em caso de eleição, seria o rodízio de CCs, mas isto nem sempre agradaria. Então perder a eleição daria a liberdade para todos. Para os dependentes, que sairiam desta situação de muitos, mesmo contra seus princípios, serem obrigados a defender o grupo, e buscariam outra forma de ganhar o sustento. Para ‘patrões’, acabaria a obrigação de manutenção de ‘empregos’ de todos. Acomodariam os mais chegados nos governos estadual e federal, na Câmara de na Alep, e continuariam a luta ambicionando voos mais altos.
Lembro que já em 2012 uma pessoa me disse que um homem forte do grupo, o Bovo, teria comentado que não seria mau perder aquela eleição. Penso que Maringá já ficou pequena demais para eles. Esta é a minha opinião. Só uma opinião.
Alino Rebouças, colaborador interino