AMR, este cabide de CCs acabará?

Sem sombra de dúvidas, o maior cabide de CCs da gestão Pupin/Barros é a Agência Maringaense de Regulação – AMR.
São dois privilegiados CCs, que não têm absolutamente nada para fazer a não ser receber os salários de R$ 12.019,30 e R$ 7.140,83, respectivamente. Os nomes: Adolfo Cochia Junior e Rogério Malheiros Guedes, chefes deles mesmos.
Cochia era da Semop e logo após o caso do Portal do Parque do Ingá (coincidência ou não), foi exonerado, com a informação que iria para a iniciativa privada. Dois meses depois voltou para a AMR, de onde já tinha sido superintendente no inicio da gestão Pupin.
E para que serve a AMR? Teoricamente para regular a concessão de serviços de saneamento básico, que é em Maringá é feito pela Sanepar. E a Sesan que custa mais de R$ 1 milhão por ano para fazer a mesma coisa?
Resta saber se este cabide continuará na gestão Maia, que queremos crer não terá uma barra com outro nome ao lado, como alguns insistem em dizer (Maia/ Barros). Não, isto não acontecerá e Ulisses garante.
Akino Maringá, colaborador
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