Depois da presidência, o cargo mais cobiçado na Mesa Diretora da Câmara de Maringá é o de 1ª secretário, que foi ocupado por Dr. Heine Macieira, salvo engano, em dois mandatos e pelo meu irmão, Tenente Edson, na legislatura que se finda, nos quatro anos.
Sabem a razão? Tem direito a um cargo comissionado de R$ 7.683,78, para não fazer nada, além de política para o vereador, até que me provem o contrário.
O vereador primeiro secretário tem poucas atribuições fora das sessões e já conta com quatro assessores, além da assessoria dos servidores efetivos, inclusive com FGs. Este comissionado é mais para fazer política e com um salário que até pode ser usado para tal. Dizem que há assessores que fazem política (assistencialismo, ou compra de votos) para o vereador com parte do salário. Um exemplo: O sujeito que na iniciativa privada não ganharia mais que R$ 1.500,00, aceita um salário bem maior, com o compromisso de fazer o ‘trabalho’.
Esta é um prática que precisa acabar. Acabará? Depende de quer for o presidente e este precisa assumir o compromisso de eliminação de cargos como o de assessor de gabinete da primeira secretaria. Quais candidatos prometem fazer isso, ou nos desmentir, com argumentos?
Akino Maringá, colaborador