Dinheiro pelo ralo

O controle do patrimônio público em Maringá, em nível municipal, é precário. A avaliação é do secretário de Patrimônio, Compras e Logística, Paulo Sergio Cartens, na manhã de hoje durante o bate-papo no paço.
Segundo ele, foi a precariedade do sistema que fez o município perder cerca de R$ 11 milhões em materiais furtados de dentro do almoxarifado da prefeitura.

Juntem-se a isso os R$ 21 milhões da Sinax, que na prática só gerou reclamação e discurso, e teríamos Maringá dotada de um sistema público invejável. Mas foram R$ 32 milhões a menos para investimentos em favor da comunidade.
Pelo menos em relação à Sinax, acredita-se, o município poderá ser um dia ressarcido – pois tudo leva a crer que se permitirá uma bonita ação de indenização por danos.

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Pioneiro em blog político, foi repórter e apresentador de programas de rádio e televisão, além de ter editado jornais e revistas. É comentarista da Jovem Pan Maringá.

10 pitacos em “Dinheiro pelo ralo

  1. Esta informação é incompatível com a realidade. Está começando a faltar papel sulfite e material de expediente caro Secretário. Acho que o Sr está se preocupando com o que vem de trás e esquece de olhar pra frente.

  2. Será que o Ulisses militarizou a secretaria certa? Porque o militar dá setrans só levava pau nesse espaço.

  3. Olha isso… Kd. os órgão fiscalizadores? Câmara de vereadores, Observatório Social e MP? estavam todos tirando um cochilo e não deu conta do $erviço…]

  4. Tô de olho diz:

    Onde andava o Roderley ? Atras de um rabo de saia conhecida figurinha da educação ?
    Onde andava o Herculano? Tentando explicar o inexplicável ?

  5. Material de expediente falta há anos. Desde que a Semat foi criada. Está acabando o sulfite. Se tem caneta, marca texto é porque compramos do bolso. Espero que não precisemos comprar sulfite.

  6. Ah quando a verdade aparecer… Vamos ver quem são os ladrões, bandidos e mentirosos dessa cidade! Aguardem!!!

  7. Outro dia a cozinheira da escola Odete Ribaroli teve que sair para comprar uma lata de oleo de soja, não tinha no estoque, estava em falta no almoxarifado central.
    Parodiando o nove dedos, ‘…nunca antes na história deste municipio…” havia faltado tanto material para a merenda das escolas e CMEIs.
    Isto sem falar na qualidade dos produtos enviados

  8. Não dá pra entender. Agora estão reclamando da falta do sistema da empresa, que está prejudicando emissão de multas, consulta a prontuários médicos, do agiliza obra etc. Mas se o sistema “não servia pra nada”, por quê está fazendo falta? Conta outra, o interesse aí é outro…

  9. voz da consciência diz:

    O engraçado é que o senhor coronel fala que a tal empresa não fez nada, aí 2 minutos depois ele fala que a prefeitura não consegue acessar as imagens que a empresa digitalizou…pra
    mim isso é contradição, aí ele fala que o houve pagamento com dinheiro da saúde, e fala
    que não conseguem ter acesso aos prontuários médicos, se eles trabalharam com prontuários é lógico que eles vão receber pagamento da saúde, contraditório isso também!!! Acho que esse coronel está querendo achar os cabelos que ele não tem em ovos!!! Só acho tudo muito contraditório!!! Dinheiro mal usado tem que ser investigado, porém tenho minhas dúvidas se tudo isso era mal executado!!!

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