O ódio cega, mas o amor…

Amor

… amplia a visão. Quero me dirigir aos 15 vereadores de Maringá, como legisladores, para lembrar do maior entre os legisladores, Jesus, que veio à Terra e resumiu em uma frase toda a Lei de Deus: ‘Amar a Deus acima de qualquer coisa e ao próximo como si mesmo’.

Usando a hermenêutica, tentarei com meu parco entendimento, explicar essa lei: Devemos começar do fim para o começo: Amar a si. Será que todos nos amamos? Muitos temos problemas, traumas que podem nos tornar pessoas amargas, invejosas, orgulhosas, egoístas, com auto estima baixa, com reflexos nas nossas relações. Se chegarmos a essa conclusão, devemos procurar ajuda de profissionais da psicologia e ou psiquiatria, e para os que tiverem uma religião, de padres, pastores, diáconos, orientadores espirituais e até do bispo. No caso dos vereadores, pela importância do cargo, temos certeza que Dom Anuar não se recusaria a ajudar os católicos.
Revolvido o problema de amor próprio, fica mais fácil amar ao próximo e amar ao próximo não significa sair beijando, abraçando todo mundo, dizendo que ama. Amar ao próximo é querer o bem, fazer tudo que for possível para ajudar e no caso dos vereadores, os próximos são os restantes 400 mil habitantes de Maringá. Legislar e fiscalizar, com firmeza, mas sem estardalhaço, sem orgulho, vaidade, sem querer ser o melhor, mas sobretudo sem ódio, rancor, maldade.
Amando a si e ao próximo estaremos amando a Deus, o Criador, que atende as criaturas, por intermédio das criaturas.
O ódio cega, mas o amor amplia a visão, repito. Amemo-nos uns aos outros, como o Mestre de Nazaré nos amou e ama. Um exemplo de legislador, após Moisés, que ensinou o olho por olho, dente por dente, que alguns ainda insistimos em usar como lei vigente, mas que foi revogada, pelo revogaço, que ocorreu há cerca de 2000 mil anos. A lei que vige atualmente é a Lei do Amor.
Akino Maringá, colaborador