Para o trabalho de renovação interior, é preciso dignidade d’alma, conferida aos sentimentos do coração. A posição do Espírito em fase de sua iluminação interna representa nobreza da vida e é fruto, em grande parte, do seu esforço para melhorar, é o que sempre chamamos “poda de arestas” a princípio;
parece-nos realmente que estamos tirando algo de nós, cortando mesmo, o que nos dói na profundidade, nos causando vários distúrbios que incomodam todo o nosso sentir.
No entanto, podemos afirmar que essa é a arte de curar a nós mesmos de velhas enfermidades da alma, por vezes já crônicas, que tornam difícil o estabelecimento, mas é necessário que isso se faça.Falamos em “podar”, mas verdadeiramente é extrair, pelas raízes, a erva daninha que, com o tempo, passa a ser espinho em nossos caminhos, que nos deforma a beleza do ser.
.A arestas devem ser eliminadas, os pensamentos em forma de ervas imprestáveis devem ser arrancadas pelas raízes, dando lugar a nova feição de plantio, que possa nos fornecer vida nova em Cristo, levando-nos a descobrir Deus.
A nossa cura, para ser verdadeira, tem de partir de nós mesmos, surgida da reforma moral, que nos garante a estabilidade do Espirito. Passemos a analisar todos os dias o que estamos fazendo do tempo que nos foi dado por Deus, e se for o mal, corrijamo-nos com dignidade, pela força do amor, em se fazendo caridade conosco mesmos.
A nossa boca deve ser vigiada para que não fale o que o Cristo não aprove.
Com este texto, resumido, de João Nunes Maia, do livro Cura-te a ti mesmo, queremos refletir sobre a necessidade de mudançae tratamento que é visível em algumas muitas pessoas que aparentemente sãs, são doentes. Há casos, provavelmente de sociopatas (veja a definição aqui), que precisam de tratamento médico e espiritual. Ajudemos. Pode ser quem você, caro leitor, conheça alguém com esses sintomas. Aconselhemos a família a procurar tratamento. Se não for possível a cura total certamente haverá uma melhora que permitirá a vida em sociedade.
Akino Maringá, colaborador