Ícone do site Angelo Rigon

Em torno da felicidade

Em matéria de felicidade convém não esquecer que nos transformamos sempre naquilo que amamos. Quem se aceita como é, doando de si à vida o melhor que tem, caminha mais facilmente para ser feliz como espera ser. A nossa felicidade será naturalmente proporcional em relação à felicidade que fizermos para os outros.

A alegria do próximo começa muitas vezes no sorriso que você lhe queira dar.
A felicidade pode exibir-se, passear, falar e comunicar-se na vida externa, mas reside com endereço exato na consciência tranqüila.
Se você aspira a ser feliz e traz ainda consigo determinados complexos de culpa, comece a desejar a própria libertação, abraçando no trabalho em favor dos semelhantes o processo de reparação desse ou daquele dano que você haja causado em prejuízo de alguém.
Estude a si mesmo, observando que o auto-conhecimento traz humildade e sem humildade é impossível ser feliz.
Amor é a força da vida e trabalho vinculado ao amor é a usina geradora da felicidade. Se você parar de se lamentar, notará que a felicidade está chamando o seu coração para vida nova.
Quando o céu estiver em cinza, a derramar-se em chuva, medite na colheita farta que chegará do campo e na beleza das flores que surgirão no jardim.
Com este texto de André Luiz, psicografado por Chico Xavier, do livro Sinal Verde, queremos mandar nossas vibrações de felicidade para o Rigon e todos que estejam aniversariando hoje, lembrando que todos os dias aniversariamos, penso (completamos mais um dia na atual existência) e refletir sobre o que levou o vereador Homero Marchese a pergunta: ‘por que você é tão infeliz?’. Será que é possível para alguém saber quem é feliz ou não? E concluo com uma frase do Mestre de Nazaré: ‘A felicidade não é deste Mundo’. E trecho de uma música de Odair José, que nos anos 80 dizia: ‘Felicidade não existe, o existe são momentos felizes’. Felicidade para todos!
Akino Maringá, colaborador

Sair da versão mobile