Cresci ouvindo esta expressão, que ainda hoje é usada pelos mais antigos para agradecer por um favor, uma ajuda. Substitui, muitas vezes, um simples obrigado, mas expressa um respeito ao Criador de tudo e de todos. Meu pai a usava muito, e até contava uma anedota,
que uma pessoa morreu, chegou no céu e Deus lhe perguntou como estava a Terra. ‘Não está muito boa e o senhor tá com uma dívida muito grande. Quase todo mundo lhe transfere a conta, dizendo: “Deus lhe pague”.
Muitos não acreditam no elogio, na ajuda, na cooperação sem espera de pagamento, em dinheiro ou de outra forma retribuição. Na política, na imprensa, todos sempre acham que é por voto, por verba, enfim por interesse.
Até hoje há quem não acredite que este colaborador (Akino) seja um voluntário, que não recebe dinheiro de ninguém para elogiar ou criticar, que não tem outro interesse, senão o melhor para Maringá, para o Paraná , para o Brasil e o Planeta.
Mas esta é uma verdade relativa. De fato que não ganho diretamente nada, mas como estou trabalhando para Deus (eu e quase todos os seres humanos), espero que ele me pague, ou melhor que me dê o que fizer por merecer, agora e depois da morte do corpo físico. Financeiramente não ambiciono muito mais, mas sinto que sou abençoado e ganho talvez mais do preciso para mim e meus familiares.
Que ‘Deus lhe pague’, caro leitor, que respeitosamente dedicou um tempo para ler esta postagem e está refletindo sobre ela.
Akino Maringá, colaborador
