Onde se encontre o ser humano aí estarão também os seus desafios, as suas dores e angústias, os seus conflitos e tormentos…
Mesmo depois de aderir a um ideal de beleza e de dignificação, objetivando a evolução própria e da sociedade, por expressivo tempo nele predominam as disposições perturbadoras e negativas, gerando embaraços e incompreensões.
Em face da sua formação ético-moral e de seu nível de consciência, as questões que lhe se apresentam constituem-lhe desafios de alta complexidade a vencer, de modo a superar os hábitos anteriores e poder se adaptar às novas condutas.
Quando são indivíduos de boa formação moral, os conflitos podem ser discutidos naturalmente com os demais, sem as marcas danosas dos ressentimentos e de outras paixões, inferiores que interferem na maneira de expressar-se e na dificuldade de aceitar as diferentes propostas.
Quando se trata de criaturas temperamentais, egoístas, acostumadas a impor suas próprias ideias , a questão faz-se tormentosa. E porque o candidato não está interessando na sua transformação moral para melhor, sempre se considera portador de razão e que os erros que se apresentam pertencem sempre ao outro, ou seu próximo com quem irá conviver.
Não tendo estrutura moral para diálogos francos e honestos, para discussões saudáveis, transformam as diferenças de opinião em flagício para aqueles que formam o grupo ao qual se vinculam.
É, nesse momento, que surgem as agressões, as hostilidades, torpedeando a administração, agindo com hipocrisia, tramando os lamentáveis dissídios , as destituições de cargos daqueles que se esforçam para manter a ordem.
São tramadas, então, as vergonhosas traições para destruição de labores edificado a duras penas, que passam a sofrer os acirrados combates maldisfarçados desse algozes impenitentes.
Com este texto que adaptamos, resumindo o contido no livro Rejubila-te em Deus, página 19, de Divaldo Pereira Franco/Joana de Angelis, queremos convidar o caro leitor a fazermos uma reflexão sobre o que está acontecendo em Maringá, na política em particular e pode acontecer nas famílias, nas empresas, na sociedade. Há pessoas assim, que precisam de tratamento, de orações , de conselhos, amparo da família, e que felizmente podem ser curadas e mudarem o comportamento. Eu confio que todo ser humano tem recuperação.
Akino Maringá, colaborador
