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Public house pode ser solução

Um amigo, que entende do assunto, me disse que seria uma alternativa inteligente a administração Ulisses Maia/Edson Scabora criar uma agência de publicidade dentro da prefeitura, especialmente considerando a dificuldade na licitação e o empata de algumas agências.

Pessoal competente tem de sobra para criação e organização dos trabalhos; o que vai buscar fora é apenas a “compra de espaços” nas diversas mídias. O Ricardo (Cabelo) e a turma que tem lá, mais um ou dois reforços, dá um banho em qualquer agência, completou.
E o que precisaria?, perguntei. Cria-se a Diretoria de Publicidade, Arte e Propaganda. O pessoal já está lá. Cria-se as peças de comunicação. Texto, imagem e som. Depois faz compra dos espaços diretamente com as mídias. Só nessa o ganho é de 20% porque as mídias ao invés de remunerar a agência é obrigada a dar desconto por ser compra direta. Para ser uma agência falta: computador mais apropriado, software específico, impressoras e mais uns dois ou três bons estagiários.
Como o amigo pediu para não ser identificado (só conto para o prefeito), não vou divulgar seu nome, mas a ideia me pareceu ótima. Se eu fosse o prefeito, observados os critérios legais, implementaria imediatamente. Confesso que não conhecia a expressão Public House, mas meu amigo disse que muitas empresas já adotam o sistema.
Akino Maringá, colaborador

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