Mestres e discípulos

Ontem foi o seu aniversário, mas deixei propositalmente para cumprimentá-lo hoje, pela efeméride. Falo de José Fuji, a quem envio votos e vibrações de saúde, paz, harmonia e equilíbrio espiritual.

O Fuji nos chamava de mestre, desde que surgiu o Akino Maringá, e de tanto insistir cheguei a acreditar que tinha algumas qualidades neste sentido, e me referia a ele como discípulo, até a ‘grande revelação de 27 de abril de 2017’, quando me dei conta que era um sujeito com parcos conhecimentos jurídicos e contábeis, poucos contatos,60 poucos anos, com dificuldade para falar, quase um Zé Mané, em relação à estatura que pensa que tem o revelador.
Mas curiosamente, após me conhecerem e com a continuação do trabalho, outros passaram me chamar de Mestre, alguns vereadores, inclusive (não vou citar nomes para não gerar ciúmes), o que me levou a refletir sobre as definições de mestre e discípulo.
Sou mestre para mim mesmo, aprendendo a cada dia com meus próprios erros e discípulo dos outros que me ensinam a cada dia, até como não ser e não fazer. Somos todos mestres e discípulos, uns dos outros, todos os seres humanos.
Mas há um grande e verdadeiro Mestre, Jesus Cristo. Este foi e é o maior de todos, que conhecemos. E o considero Mestre sem ‘carolismo’, proselitismo religioso. Mestre como homem, Ser humano, Espírito mais adiantado que encarnou no Planeta Terra. Exemplo, modelo e guia para a humanidade, onde não não há ‘lixo humano’, mas recicláveis. Mesmo os que possam ser em algum momento quase inaproveitáveis, como vemos.
Para encerrar, não considero o Mestre de Nazaré um salvador pelo sangue derramado, mas pelos exemplos e ensinamentos. Salvação, na verdade, não existe milagrosamente. Salvação é fruto de aperfeiçoamento dia a dia, até atingir-se a a perfeição. Todos, um dia, seremos justos e perfeitos. Nenhuma ovelha se perderá, disse ele. Logo ninguém vai para inferno definitivamente, mas o purgatório e tão terrível, muitas vezes.
Akino Maringá, colaborador