Novos imortais

Aconteceu ontem à noite em Curitiba a posse de sete integrantes da Academia Paranaense de Letras Jurídicas. Um deles é Francisco Pinto Rabello Filho, que, formado pela UEM, entrou para a magistratura em 1986, tendo atuado na comarca de Maringá e hoje desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná.
Ele ocupa a cadeira de número 10, que tem Ernani Guarita Cartaxa como patrono e Aloísio Surgik, falecido em 2017, como ocupante anterior.
Também foram empossados Clayton de Albuquerque Maranhão, Eduardo Cambi, Egon Bockmann Moreira, Graciela Marins, Luiz Antonio Câmara e Rogéria Dotti. “Hoje, com sete operadores do Direito integrando nossos quadros, voltamos ao número original de 40 membros. Registro aqui os agradecimentos a Henrique Lenz César, idealizador da academia, a João Casillo, primeiro presidente, e a Albino Freiro. A APJL, fundada no dia 4 de novembro de 1998, há quase 20 anos, também não teria cumprido sua missão sem o apoio que tem sempre recebido da OAB Paraná, da Escola Superior de Advocacia e da Caixa de Assistência dos Advogados”, destacou Carlyle Popp, presidente da academia.
Na oração aos novos integrantes, o acadêmico René Ariel Dotti lembrou que a academia deve ser um órgão vivo, participante do mundo jurídico, e os acadêmicos podem e devem emitir opiniões. Dotti discorreu sobre o papel da justiça a insegurança jurídica vigente. “O STJ atravessa a linha delimitadora dos poderes da República para legislar”, lamentou. “Na aplicação da lei o juiz deve atender os fins sociais a que ela se dispõe e as exigências do bem comum”, completou.
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