Um comentário de leitor nesta postagem, que reproduzimos para ficar mais claro: ‘Ta aí o problema da administração populista, pode ter um monte de gente bem intencionada na linha de frente; mas se alguém chega e buzina alguma reclamação na orelha do prefeito, ele manda a demanda ser resolvida, não interessa o quanto absurda ela seja… É a gestão quem não chora não mama…’ (sic)
Prossigo eu (Akino), uma das acusações de ‘populismo de Ulisses’ seria de atender muita gente, pessoalmente, geralmente por influência de vereadores e nem sempre comprometidos com a administração, e mais visando interesses políticos pessoais e com isso algumas vezes desautorizar secretários. Se for for verdade, é um erro. Outra é de não atender servidores, fazendo o contrário. Nem uma coisa, nem coisa outra. Nem tanta abertura para uns nem fechamento para outros. Mas é preciso saber dizer não. Há muitos pedidos que não podem ser atendidos, inclusive de vereadores. Saber dosar, com os tradicionais, ‘vamos analisar’, ‘vamos estudar’, mas deixar a a resposta sempre a cargo de alguém que saiba explicar que não é possível, legalmente, a concessão. Atender a todos, resolver os problemas de todos, pode causar problemas insanáveis, posteriormente. Agir no calor nas emoção, também não é boa. Calma, calma, que que muitas vezes ser prefeito, em vez que missão é ‘carma’.
E concluo com uma frase Bíblica de carta de Paulo aos corintios: ‘tudo posso mas nem tudo me convém.’
Akino Maringá, colaborador