Quando Ricardo Barros deixou o Ministério da Saúde ele anunciou que iria assumir a presidência da cobiçada Comissão Mista de Orçamento, como parte da estratégia de fortalecer a base política do governo Michel Temer. Porém, não conseguir sequer ser titular na CMO.
Ricardo Barros, desde o primeiro mandato, quando estourou o escândalo dos chamados anões do orçamento, sempre manifestou interesse em orçamento público, sendo inclusive autor de um livro a respeito.
O deputado federal Mário Negromonte Junior, do PP da Bahia, foi indicado pelo Partido Progressista para comandar a comissão, composta de 31 deputados federais e 11 senadores, além de igual número de suplentes.
Do Paraná integram a CMO os deputados Enio Verri (PT), Luciano Ducci (PSB), Alex Canzini (PTB) e Leandre (PV). A Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização será instalada hoje; o relator-geral da comissão será o senador sul-mato-grossense Waldemir Moka (MDB). (Foto Senado Federal)
PS – No final de semana ele havia reclamado de um colega.
