Talentos na administração pública

Um dos grandes problemas na administração pública municipal, por exemplo, é atrair pessoas talentosas para cargos comissionados, onde a remuneração, nem sempre é superior à iniciativa privada, sobretudo para empresários, sem contar a instabilidade, em se tratando de cargo comissionado.
Procurando sobre isso, encontrei este artigo aqui, assim resumido, e que certamente pode ser aplicado pela Gestão Ulisses/Scabora, começando pela capacitação de secretários: ‘A gestão de talentos vem sendo uma das práticas estratégicas cada vez mais valorizadas entre as ações do RH. Ela é um conjunto de processos que busca o desenvolvimento das potencialidades dos profissionais a fim de que eles possam evoluir e levar bons resultados à corporação. Esse processo é fundamental porque permite ao negócio ter um retorno positivo e que seja formado por equipes excelentes. Quer algumas dicas de como fazer uma boa gestão de talentos e manter os melhores profissionais na organização? Então continue a ler e saiba mais. 1. Dê reconhecimento contínuo-Todo mundo gosta de ver os seus esforços reconhecidos. Muitos gestores cometem o erro de só dar retornos positivos aos colaboradores de forma muito espaçada. Quando a tarefa fica muito bem-feita, fazer um elogio pode ajudar o profissional a manter aquele nível de qualidade no trabalho. Assim, é benéfico oferecer um retorno positivo contínuo e frequente, sempre que você observar que o trabalho foi bem desempenhado. Isso traz motivação e um sentimento de valorização. 2. Promova capacitação, A oportunidade de reciclar os conhecimentos faz o trabalhador ter um vínculo mais forte com o empreendimento. Ao promover ações de capacitação e desenvolvimento, a empresa permite que o profissional aprimore continuamente e cresça na carreira.Com a formação a mais, ele pode ter mais recursos para lidar com as tarefas cotidianas. Assim, a qualidade do trabalho melhora, gerando bons resultados, o que traz efeitos positivos ao empregado. Ele passa a perceber que o seu cotidiano de trabalho e suas rotinas de treinamento são produtivos e frutificantes. 3. Entenda a diferença da motivação em grupos diferentes. É importante entender que grupos diferentes possuem fatores variados de motivação. Cada um tem um contexto e vai atribuir um significado único ao trabalho. Isso vai variar com a idade, posição na empresa, contexto pessoal, necessidades e traços individuais. Por isso, é importante ter atenção às suas políticas internas. Veja essa diversidade como uma riqueza e desenvolva uma atuação diferenciada e incentive todos os grupos. 4. Tenha um código de cultura forte-Ter um código de cultura forte significa ter uma filosofia que agrega aos profissionais, dando a eles mais ânimo para enfrentar desafios. A ideia é que esse conjunto de ideias seja uma referência que ajude na sensação de pertencimento, valorização e confiança. Quando a empresa tem uma cultura sólida, ela consegue motivá-los, demonstrando que acredita nos seus potenciais. O colaborador passa a incorporar a cultura da organização, levando esses valores para o dia a dia. Isso permite alinhar o desempenho com os padrões da corporação, além de promover bem-estar no time. 5. Proporcione momentos de descontração-Ter momentos de descontração é fundamental para que os colaboradores possam trabalhar melhor e ter um melhor desempenho. Essas situações trazem bem-estar e permitem que o time possa formar vínculos e fortalecer laços. Com isso, a equipe pode ter mais sinergia e realizar melhor as tarefas conjuntas. Além disso, possibilita que os profissionais possam ficar mais tranquilos e descontraídos, o que ajuda na retomada do trabalho. Você pode fazer happy hour após o serviço, uma confraternização no aniversário ou quando uma meta é alcançada ou mesmo um café diário e coletivo. 6. Fortaleça suas lideranças- O líder tem um papel muito importante na gestão de talentos. Ele está diretamente ligado às políticas de motivação, à condução da equipe e ao oferecimento de feedbacks. Se você tem uma liderança autoritária, que não oferece apoio nem aposta no time, os colaboradores podem começar a ter uma grande queda de desempenho. Mas, com lideranças capazes e inspiradoras, você pode trazer muitos benefícios para o negócio. A equipe pode ter um direcionamento positivo e, com isso, investir em seus talentos para que o empreendimento tenha bons resultados. 7. Use a tecnologia de forma positiva-As novas gerações estão muito integradas à tecnologia. Porém, muitos gestores ainda são resistentes com o uso desse recurso, temendo que os colaboradores comecem a se dispersar e ter um mau desempenho. A questão é saber como utilizar a tecnologia no negócio. Muita criatividade pode ser liberada com o acesso às ferramentas certas. Além disso, você pode otimizar diversas tarefas. Trabalhe com a equipe de uma forma educativa, mostrando que as novas tecnologias são benéficas se utilizadas para acrescentar ao trabalho. 8. Busque manter um bom clima organizacional, O clima organizacional é decisivo para a postura dos profissionais. Conflitos e hostilidades trazem desânimo e frustração, o que leva à queda no desempenho, ao aumento da rotatividade e à desmotivação. Quando o clima na empresa é positivo, todos trabalham melhor e se sentem acolhidos entre os pares. Para isso, é importante estabelecer um bom diálogo na equipe, investir em uma boa divisão de tarefas, oferecer apoio e estimular a cooperação entre os colegas. 9. Invista no mapeamento de competências- O mapeamento de competências é o processo de avaliar as competências de cada colaborador, separando os conhecimentos, habilidades, posturas e traços em potencial que podem ajudá-lo a se destacar. Com esse tipo de análise, você pode realizar planejamentos efetivos e também distribuir tarefas de acordo com aquilo pelo que os trabalhadores mais se destacam. Além disso, você pode planejar ações para o desenvolvimento de novas competências e aprimorar aqueles talentos que já são evidentes no profissional. Com esse mapeamento, será possível ter mais conhecimento sobre a configuração da sua equipe e, com isso, você encontra possibilidades de realizar ações mais efetivas.
Akino Maringá, colaborador
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