Testemunhei…

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…a maneira educada, cordial, paciente, com que fiscais da prefeitura abordavam ambulantes na avenida Brasil. Passei por lá por volta de meio dia, e presenciei, fui testemunha ocular e auditiva.

Baratek 10

Um amigo contou-me que estava complicado andar em certas calçadas, com tantos vendedores. Parabéns a todos. Compreendo a situação de ambulantes, pois talvez, para muitos, seja a única forma de sobrevivência digna, mas é preciso entender a dos comerciantes, dos que que pagam impostos. Quem sabe criar um camelódromo, como em Balneário Camboriú. Não sei, com a palavra os vereadores, a Sasc, alguém que possa fazer alguma coisa por essas pessoas. Alguns vendedores prestam um serviço público. Eu mesmo compro frutas de um rapaz que anda pela cidade, e vai até meu trabalho. Ruim para os empresários constituídos? Talvez, mas há facilidade. Só não compro mais (já comprei) CDs, DVDS e outros produtos piratas. Não vou ao Paraguai ‘comprar importados’, dou preferência para o comércio local.
Akino Maringá, colaborador

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Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Pioneiro em blog político, foi repórter e apresentador de programas de rádio e televisão, além de ter editado jornais e revistas. É comentarista da Jovem Pan Maringá.