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Setenta vezes…

…sete vezes. Se há um princípio cristão que prevalece na política é o do perdoar setenta vezes sete vezes. Não é raro que políticos e pessoas que diziam se odiar e falaram cobras e lagartos um dos outros, estejam juntos, do mesmo lado, como se nada tivesse acontecido e fossem verdadeiros ‘irmãos’.

Em Maringá isso acontece com frequência em relação a Ricardo Barros e nem preciso citar nomes, para que o leitor se lembre de quem falava dele, hoje fala sobre ele, e nas convenções para as próximas eleições tudo vai ficar cristalino.
Podemos dizer que isso bom? Que políticos perdoam com facilidade, mais que nós, os pobres mortais? E você, caro leitor, perdoa e esquece? Ou é daqueles que dizem; ‘eu nunca vou perdoar’. Aprendi como aprendiz de Cristão (ser cristão verdadeiro não é fácil), que devo perdoar e já consigo, mas não esqueço, até porque, quem um cérebro saudável não esquece, e se é algo que precisa de perdão, o fato foi marcante e algo assim não se esquece facilmente. O tento fazer é não ficar remoendo e com o passar do tempo, acabo praticamente esquecendo. Mas perdoo, sobretudo quando percebo que a pessoa que causou o problema tem problemas. Há casos de doença, mesmo e a inveja, insegurança, egoísmo, estrelismo, que pode levar a uma maldade doentia.Tenho um amigo que me disse que passa por isso. A pessoa tenta de todas a formas causar mal a ele e outras pessoas, mas entende que é um caso patológico, pois não é só com ele. Aconteceu antes, com A, depois com B, vai ser com C e assim continuará, se não houver um tratamento. Às vezes é preciso um tratamento de choque, para a pessoa compreender que precisa de ajuda, que não é normal o que faz.Quando se prejudica um ou outro, pode até aceitar, digamos. Mas quando uma coletividade é prejudicada pela atuação doentia. Lembremos de Nero, de Hitler.
Que cada um de nós faça um reflexão. Será que não estou agindo assim? Se você está sentido que está prejudicando, peça para sair, vá se tratar, busque a religião e profissionais de saúde.Tem cura, mas é preciso querer. Os vícios morais, tais como o egoísmo, a inveja, o ódio, o orgulho, onde os pensamentos e os sentimentos são tão exagerados, que não podem ser controlados, e esse descontrole atrai energias negativas provocando uma auto intoxicação fluídica que, quando desce para o organismo, cria um campo energético propício para instalação de moléstias que, da mesma forma, irá fragilizar os órgãos, e abrir as portas para aquelas doenças chamadas psicossomáticas.
Veja se você não tem ficado doente com certa constância. Se não vive com problemas na família. Procure ajuda o mais rapidamente. Pratique o perdão, perdoe e peça perdão, mas sobretudo busque perdoar a si mesmo, que necessário muitas vezes.
E para finalizar, você que esta ajudando, eventualmente, um doente mal a fazer maldades, abra os olhos. Isso pode virar simbiose, se é que já não virou. Está certo que você precisa, tem medo de perder o cargo, ou a função gratificada, mas lembre que pode ser a próxima vítima. A maior ajuda que pode dar a um pessoa assim e contribuir para que pare de fazer mal a si, aos próximos e o mais grave, à coletividade.
PS: Este texto não é dirigido a este ou aquele, mas pode servir tanto para aquele, como este, inclusive a mim. Vou ler, reler, analisar, fazer profunda reflexão. Faça o mesmo você.
Akino Maringá, colaborador

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