“Cogito, ergo sum”…

…é uma frase de autoria do filósofo Descartes, traduzida para o português como “penso, logo existo”; entretanto, é mais correto traduzi-la como “penso, portanto sou”.

Na quarta parte da versão francesa de Discurso do Método (1637), essa sentença é formulada como “je pense, donc je suis”, nesse sentido, “cogito ergo sum” é a sua versão latina.Descartes alcança essa conclusão após duvidar da verdade de todas as coisas. A seu ver, mesmo que ele duvidasse de tudo, não poderia duvidar de que ele mesmo existe pelo menos enquanto “coisa que pensa”(res cogitans). Entretanto, na meditação segunda de Meditações Metafísicas (1641), essa conclusão aparece como “Eu sou, eu existo” (“Je suis, j’existe”). (fonte wikipédia, em resumo)
Pensei, pensei, pensei, digo eu Akino. Penso, logo desisto. Na vida é assim, felizmente desistimos de muitas coisas, que se fossem levadas adiante dariam ‘m’ como dizem alguns, usando uma expressão chula. Às vezes, penso e desisto de desistir, também acontece. Neste momento, estou pensando, pensando seriamente.
Akino Maringá, colaborador