Nomeação de candidato do PSL no BRDE não terá consequências

Reportagem de Eriksson Denk na Gazeta do Povo ouviu advogados – inclusive Gabriela Rollemberg, que defendeu o ex-prefeito Carlos Roberto Pupin na exceção nacional do terceiro mandato consecutivo – sobre a nomeação e desnomeação de Ogier Buchi em cargo comissionado no BRDE.

O fato de não ter tomado posse no cargo e não ter seu nome apreciado pelo Banco Central são citados como justificativas de que não haverá complicações para o candidato do PSL disputar o Palácio Iguaçu (foto). Ele foi escolhido candidato quando o decreto vigorava; dias depois, o decreto foi anulado.
O aspecto moral do ato – uma candidata ao governo nomeando em cargo de confiança um outro concorrente ao mesmo cargo – não foi abordado na matéria. Em 2014, Buchi também disputou o governo, atuando como linha auxiliar da chapa Beto Richa-Cida Borghetti.

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Pioneiro em blog político, foi repórter e apresentador de programas de rádio e televisão, além de ter editado jornais e revistas. É comentarista da Jovem Pan Maringá.