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O jornalista Claudio Tognolli (foto), que teve livro prefaciado pelo ex-juiz nascido em Maringá, disse hoje no programa Pânico, da Jovem Pan, que acredita que Sergio Moro não aguenta seis meses como ministro do governo Bolsonaro.

Já o futuro ministro da Justiça afirmou que os fatos precisam ser “esclarecidos” ao comentar o relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras que listou “movimentações atípicas” realizadas por um ex-motorista de Flávio Bolsonaro, filho do presidente eleito Jair Bolsonaro.
Fabrício José Carlos de Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e o mesmo mês de 2017. De acordo com o documento, anexado às investigações da Operação Furna da Onça, Queiroz recebeu depósitos em espécie e por meio de transferências de oito funcionários que já foram ou estão lotados no gabinete do parlamentar.
Moro afirmou que como futuro ministro da Justiça seria “inapropriado” comentar casos concretos, mas ressaltou a necessidade de esclarecimentos sob o caso, enfatizando que Bolsonaro já se manifestou sobre o tema ao falar que o cheque depositado por Queiroz para a futura primeira-dama, Michelle, seria o pagamento de um empréstimo. A informação está em O Globo.

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Pioneiro em blog político, foi repórter e apresentador de programas de rádio e televisão, além de ter editado jornais e revistas. É comentarista da Jovem Pan Maringá.