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Palavra de servidor

Sem querer polemizar, mas de certa forma polemizando, a julgar pelos comentários neste postagem, destaco uma opinião respeitável de servidor, o eterno Cido do Gabinete, o Aparecido Baptista, a quem peço licença para reproduzir o comentário na integralidade, para rimar com trimestralidade.

Escreveu ele: ‘Arnaldo C, Aragão, “data venia”, “S.M.J.”, sem o fito de querer polemizar, tenho que o prefeito Ulisses Maia vem cumprindo sua palavra; já cumpriu vários compromissos de campanha. Particularmente, enquanto servidor público municipal de Maringá, aposentado, mesmo fora da ativa, desde janeiro de 2017, sou testemunha de que foram diversos os benefícios carreados à categoria dos servidores públicos municipais concursados, senão vejamos: sensível diminuição de cargos em comissão (eram mais de 500 e hoje constituem 150, conforme afirmação do alcaide em recente entrevista na televisão), vale alimentação, pagamento da trimestralidade. folha de pagamento rigorosamente em dia, fora outros que fogem ao meu conhecimento, haja vista que após a minha aposentadoria retornei poucas vezes à prefeitura, mormente, para evitar que as ‘más línguas’ venham a falar que estou em busca de uma ‘boquinha’ na atual administração. Enfim, apesar de não fazer parte do ‘seleto’ círculo de amizades do alcaide e por analogia não ser de sua confiança, quando aos seus (dele) considerados ‘amigos do peito’ duvido e faço pouco que vários dele tenham feito o mesmo) dei-lhe meu ‘voto de confiança’ no primeiro e segundo turnos das eleições municipais de 2016 e até o momento não estou arrependido por haver votado nele, em face do bom trabalho que vem desenvolvendo em prol de um futuro promissor para nossa querida Maringá e toda a sua gente. Seguramente, ‘pelo andar da carruagem’, posso até mudar de ideia até 2020, afirmo que se as eleições municipais fossem hoje, ‘sem medo de ser feliz’, votaria nele novamente. Quanto às ‘más línguas’ acerca de meu entendimento, faço questão de reiterar que, até o momento, não estou passando fome e nem sou ‘morto de fome’ por dinheiro, como deve ser o seu(delas) caso (conforme assevera o sábio ditado popular: “quem usa, cuida”), se é que me entendem…! ( sic)
Akino Maringá, colaborador

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