Sobre CCs estaduais…
…leitor que se identificou como Kaká, fez ponderações sobre as quais vale refletir. Escreveu ele:
“Temos que ter cautela nessa questão de exoneração dos supostos CC´s… que na verdade, nada mais são que trabalhadores (na grande maioria) do Estado que, na necessidade, sem concursos públicos a vista, ou na necessidade de suplementar funcionários aptos a executarem serviços, se utilizam desse “subterfúgio” para complementar os quadros dos trabalhadores contratando-os como cargos em comissão …conheço setores da administração pública que “andam” somente com cargos comissionados, que nada mais são que técnicos profissionais oriundos, por exemplo, do extinto Banestado, do Badep, entre outros… que, como profissionais contabilistas, advogados, economistas, entre tantos outros profissionais, tiveram seus empregos ceifados pela privatização desenfreada e foram sub-aproveitados em outros órgãos que necessitavam de profissionais capacitados como eles o foram por anos a fio trabalhando em empresas extintas pelos próprios governantes …Então, essa balela de que são 3 mil cargos em comissão, e desses, todos são mamadores nas tetas, é conversinha de quem não tem noção do que seja a situação dos cc´s que trabalham pelo estado e para o estado …É um direito, do governador (a) nomear e “desnomear” os cargos de confiança, contudo, Detran, Sanepar, PGE, Sefa, entre tantos outros órgãos governamentais, se agitarão para recontratá-los na grande maioria … Não tem como o Estado funcionar sem eles … a não ser que se implemente uma situação de contratação de servidores por concurso público, que aí demora uma eternidade “(sic)
Meu comentário (Akino): Que há CCs que trabalham, são capacitados úteis e necessários, não restam dúvidas. Mas também muitos são meros cabos eleitorais, apaniguados, capachos e foram nomeados só para pagar favores, em verdadeiros esquemas. Há alguns de Maringá, nesta situação, que temos sérias dúvidas se produziram para justificar os salários.O Blog publicou alguns exemplos de nomeações. Se há CCs fazendo papel de servidores efetivos, na execução,isso é irregular, não pode. Gostaria que informasse alguns nomes de ex-Banestado, Badep e outros que estariam nessa situação. É preciso modernizar, informatizar, tornar o governo mais digitial e a prestação de serviços ao contribuinte cada vez menos dependente de servidores. Não dá para continuar contratando. A previdência não aguenta. O impostos serão insuficientes para bancar tudo. Espero que o governo Ratinho comece.
Akino Maringá, colaborador
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