O que isso tudo significa, afinal?

Todos são lunáticos, mas aquele que consegue analisar os próprios delírios é chamada de filósofo (Ambrose Bierce, Epigrams/Epigramas).
Há muito, muito tempo, os homens vêm fazendo perguntas filosóficas como forma de tentar entender o mundo e o papel que desempenham nele.

Na introdução do Livro História da filosofia ocidental, Bertrand Russel observa que a filosofia abarca ao mesmo tempo os campos da ciência e da teologia, na tentativa de aplicar a razão humana a especulações em áreas nas quais o conhecimento definitivo ainda não está disponível. Por mais que surjam novos conhecimentos, o fascinante é que as questões continuam a nos perseguir. Trata-se de um bom sinal, porque não há nada como um dose saudável de especulação-desde que se esteja bem informado ( papel a que de dispõem o Blog do Rigon- deixar o leitor bem informado).
Como esse resumo e adaptação da introdução do Livro Penso, Logo Existo, de Lesley Levene, pretendemos lançar, ou melhor, continuar uma série de postagens com textos que façam o leitor pensar, questionar, ficar em dúvida e refletir. Quem somos? De onde viemos? Para onde vamos? São exemplos de questionamentos que todos devemos nos fazer e buscar as respostas. As dadas pela minha religião satisfazem? São lógicas, racionais? Será que não as devemos buscar em Sócrates, por exemplo?
Voltando à frase inicial, você conhece alguém, sobre quem já disse: Esse só pode ser louco, parece um psico… qualquer coisa? Não? Talvez alguém pense isso de você, de suas atitudes, da maneira como trata as pessoas de como se coloca no mundo.
Akino Maringá, colaborador