Hossokawa rebate relatório do Observatório Social de Maringá

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O presidente da Câmara de Maringá, Mário Hossokawa (PP), chamou de equivocadas algumas afirmações presentes no relatório desenvolvido pelo Observatório Social de Maringá no capítulo relativo às atividades parlamentares em 2018. “Dificilmente a gente vê alguém do Observatório participando de sessão, no fim do ano pedem muitos documentos e acabam se equivocando”, disse ele ao site O Fato Maringá.

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“No início do ano, eles simplesmente pedem uma quantidade absurda de documentações, para diversos setores da Câmara, e acabam se equivocando na divulgação dessas informações, muitas das quais, inclusive, disponíveis no Portal da Transparência e no site da Câmara”, acrescentou Hossokawa, para quem o OSM comete injustiças contra o Legislativo quando interpreta mal os dados que possui. Dados do Cerimonial da Câmara demonstrariam que o OSM teria errado até mesmo o número de sessões que contaram com a participação de todos os 15 vereadores em 2018 (leia mais).
Não é a primeira vez que o Observatório Social de Maringá pisa no tomate. Uma das mais memoráveis refere-se à licitação do sistema de monitoramento da UEM? Parecer do Tribunal de Contas do Estado cita a defesa da instituição, que, ao negar irregularidades, levantou a suspeito de que o OSM, por estar ligado à Associação Comercial e Empresarial, estaria na verdade intermediando interesses particulares de empresas associadas à entidade.

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Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Pioneiro em blog político, foi repórter e apresentador de programas de rádio e televisão, além de ter editado jornais e revistas. É comentarista da Jovem Pan Maringá.