Corredor da fumaça que vem
da Amazônia afeta nossa região

O Paraná está entre as regiões afetadas por um corredor de fumaça proveniente das queimadas na Amazônia, que vem descendo pela América do Sul e chegou escurecer o céu de diversos municípios das regiões mais a Oeste, Norte e Noroeste do Estado. A relação entre a fumaça e a escuridão que tomou conta de alguns municípios é confirmada pela empresa MetSul Meteorologia.

A informação é de Nerley Resende, do Bem Paraná. O diretor do instituto, Alexandre Aguiar, afirmou que o ar no Paraná, assim como São Paulo e outros estados, “está repleto de material particulado de fumaça de queimadas”.
O fenômeno da elevação dos níveis de partículas e de óxido de nitrogênio – um dos reflexos de queimadas comuns nesta época do ano —no entanto, não pode ser confirmado pelo Instituto Ambiental do Paraná. De acordo com a chefe do Setor de Qualidade do Ar do IAP, Dirlene Cavalcanti e Silva, duas estações de medição, que ficam justamente em Londrina e Maringá, estão com problemas técnicos desde a semana passada.
O problema está supostamente ligado à falta de energia elétrica. “A gente tem algumas estações, duas delas em Maringá e Londrina, que estão fora do ar desde a última semana. A gente sabe que realmente há uma mudança, mais pelo que a gente viu na mídia, mas neste momento não tenho esses dados. O técnico está lá (em uma das estações que não funcionam). Parece que caiu a energia e a gente não tem como saber daqui. Identificamos isso (o problema nas estações) na quinta ou sexta-feira da semana passada e ele (o técnico) só conseguiu um carro hoje para ver o que aconteceu”, diz a chefe do Setor de Qualidade do Ar do IAP. Leia mais.

(Imagem: Reprodução Twitter @SanGasso e Nasa)

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Pioneiro em blog político, foi repórter e apresentador de programas de rádio e televisão, além de ter editado jornais e revistas. É comentarista da Jovem Pan Maringá.

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