Fim de ano, Natal, é tempo de reflexões e quero dividir mais uma com os caros leitores. Penso que é uma demonstração de egoísmo ao ser apresentado a alguém que diz: prazer em conhecê-lo ou simplesmente prazer, responder: ‘o prazer é todo meu’. Como assim? o prazer bom é o que dos dois. Quer todo o prazer só para você?
Continuando reflitamos sobre um texto: ‘Em se vendo objeto
de apresentação, não deve enunciar seus títulos e lances autobiográficos, mas
se você apresenta alguém, é justo lhe decline o valor sem afetação.
Diante de algum apontamento desairoso para com os ausentes, recorde o
impositivo do respeito e da generosidade para com eles. Nunca é impossível
descobrir algo de bom em alguém ou em alguma situação para o comentário
construtivo.
Qualquer criatura que se mostre necessitada de pedir-lhe um favor, é um teste
para a sua capacidade de entendimento e para os seus dotes de educação. Um
mendigo é um companheiro no caminho a quem talvez amanhã tenhamos de solicitar
apoio fraterno.
A criança desprotegida que encontramos na rua não é motivo
para revolta ou exasperação, e sim um apelo para que trabalhemos com mais amor
pela edificação de um mundo melhor.
Não adianta reprimenda para o irmão embriagado, de vez que ele, por si mesmo,
já se sabe doente e menos feliz. Toda vez que você destaque o mal, mesmo
inconscientemente, está procurando arrasar o bem.
Não critique, auxilie. Para qualquer espécie de sofrimento é possível dar
migalha de alívio e amparo, ainda quando semelhante migalha não passe
de um sorriso de simpatia e compreensão. ‘
Que este texto extraído do livro Sinal Verde de Chico Xavier/ André Luiz, sirva e material auxiliar para que todos sejamos um pouco melhores como Seres Humanos, na grande escola da atual existência.
Akino Maringá, colaborador